

Não podia identificar-me mais com o texto do Ferreira Fernandes que o Daniel Oliveira transformou em post.
[Infelizmente, no jornalismo que se vai fazendo, cada vez mais há menos espaço para quem pensa assim.]

Depois de quase termos ficado sem unhas durante a fase de apuramento, o mínimo que o Queiroz pode fazer para se redimir, é trazer para casa o pisa-papéis.
[É pegar nos remos, camarada. Nós chegamos lá.]
Para mim, a forma mais simples de chegar ao 2, sempre foi somar 1 mais 1.
Não é que não chegue lá por equações complicadas, só acho é que não faz qualquer sentido.
* ou de como as mulheres algumas mulheres deviam vir com um livro de instruções para o livro de instruções
No FB, onde é que está a opção "Páginas" para se pôr os sites que gostamos?

Update: ok, esqueçam lá isso. Expliquem-me antes como é que se elimina uma página de que nos tornamos fãs sem o sermos porque estávamos naquela do ora-deixa-lá-ver-se-é-assim e, azar do caraças, foi na página do Rei dos frangos.
é que aquilo é o Twitter com mais umas mariquices.
[mas confesso que estou a achar-lhe alguma graça.]
[Sobre o post «1977-2009»]
Tenho pavor de agulhas.
[Daquelas que trazem uma seringa atrás, não das que uso para coser as meias.]
Etiquetas: Idiossincrasias [quase] inconfessáveis
Christian Charisiu/Reuters
[Também hoje. Especialmente, hoje.]
Na escola. E depois, colado à televisão.
Não sei onde andava o pessoal lá de casa mas lembro-me de estar sozinho, sentado no chão, com a mochila azul-bebé ao colo.
Tive consciência, na altura, que estava a assistir a um dos acontecimentos mais importantes do século.
[Lamentavelmente, não tive presença de espírito para lhe dar mais dignidade.]



